CINESIOCANTOTERAPIA

O primeiro contato que tive com o Ho’ oponopono foi através do livro Limite
Zero, de Joe Vitale e Ihaleakala Hew Len. Adorei a técnica, mas não entendi o
mecanismo. Fiquei mais de um ano procurando uma maneira de entrar em contato
mais profundo com essa técnica terapêutica

Um belo dia, tive a intuição de procurar na internet e encontrei um curso
para o dia seguinte. Anotei o endereço e simplesmente apareci no curso. Foi
maravilhoso! Recebi todas as informações de que necessitava.

O curso foiministrado por Alexandre Chagas do curso. Ele não ensinou só a
técnica básica do Ho’ oponopono, mas explicou de onde tinha surgido essa
técnica e quais eram seus fundamentos.

A base do Ho’ oponopono vem da psicofilosofia huna, essa informação foi
muito importante para mim. Compreender os fundamentos da psicofilosofia huna e
da Cura Kahuna foi fundamental para que eu pudesse incorporar esse novo
conhecimento à Cinesiocantoterapia desvendando o segredo.

Quando li Limite Zero, não entendi como o ato de dizer “eu te
amo”, “sinto muito”, “por favor, me perdoa” e
“obrigada” podia mudar minha vida. Em poucas palavras: para os
Kahunas, ou guardiões do segredo, o homem é constituído de três eus; o Eu
básico (subconsciente), o Eu

médio (consciente) e o Eu Superior (superconsciente), e para que as
ferramentas de limpeza (Eu te amo, sinto muito, por favor… etc.) funcionem é
preciso que o Eu Médio se comunique com o Eu Básico e este é que faz a ligação
com o Eu Superior através de um cordão invisível de substância etérica.

Às vezes esse caminho ao Eu Superior pode estar bloqueado por sentimentos de culpa
que impedem a chegada das orações ao seu destino. No curso do Ho’ oponopono
aprendi a fazer toda essa ligação.

Fiquei encantada ao ler O Xamã Urbano, de Serge Kahili King, meu primeiro
livro sobre o assunto. Parecia que o autor estava conversando comigo e sanando
todas as minhas dúvidas.

Veja também: o segredo por trás do segredo